iFood é o aplicativo de delivery favorito dos brasileiros, segundo pesquisa

De acordo com uma pesquisa realizada pela NZN Intelligence sobre os hábitos alimentares dos brasileiros durante a pandemia, o iFood é aplicativo de delivery favorito 63% dos entrevistados.

A pesquisa também constatou mudanças na rotina alimentar dos consumidores brasileiros por conta da pandemia do novo coronavírus. Segundo o levantamento, quase metade das pessoas está gastando mais com alimentação (45%). Deste grupo, 34% afirma estar comprando mais fast-food.

Além disso, a pesquisa do NZN também constatou que, com mais tempo em casa, 56% das pessoas consideram que o período afetou seus hábitos alimentares, sendo que 54% deste grupo está usando mais os aplicativos de delivery.

iFood

Entre os entrevistados, 56% já eram usuários de aplicativos de entrega de alimentos, e 12% afirmaram terem usado o serviço pela primeira vez na pandemia.

Além do iFood, citado como o favorito de 63% dos entrevistados, outros serviços que se destacaram na pesquisa foram o Uber Eats, com 25% dos votos, os deliverys dos próprios restaurantes (13%), e o Rappi (10%).

A Diretora de Marketing e Vendas da NZN, Tayara Simões, ressalta que pedir comida por delivery faz parte do cotidiano das pessoas em isolamento social. Segundo ela, mesmo em quarentena os consumidores mantiveram o interesse em comidas de restaurantes, oferecendo ao delivery uma oportunidade de crescimento.

Quando encontram tudo o que querem em um só aplicativo, ele logo se torna o favorito e o primeiro para se buscar o restaurante de que se gosta, as novidades da região ou a comida preferida”, destacou Tayara.

Com o crescimento do setor de delivery, o iFood tem aproveitado para investir em outros nichos. Em setembro, a empresa anunciou a compra do SiteMercado, startup que faz intermediação de vendas online de mercados, aumentando sua atuação no segmento.

Pesquisa faz parte de hub de dados da NZN

Para entender as mudanças de hábitos de consumo no Brasil no mais diversos setores da economia e identificar tendências, a NZN desenvolveu um hub de dados para que empresas consigam acompanhar seus setores de atuação.

O Hub Intelligence da empresa oferece dados exclusivos sobre o impacto da pandemia de Covid-19 no consumo dos brasileiros. Além disso, a iniciativa também dá às marcas a opção de solicitar estudos personalizados com o tema de interesse.

Segundo Tayara, o desenvolvimento da plataforma surgiu por conta do objetivo da empresa de trazer dados importantes para que as empresas possam planejar suas campanhas e estratégias de comunicação digital.

Durante a pandemia, consumidores têm demonstrado maior disposição para aceitar novas formas de fazer compras e aderir às tendências do mercado. Com isso, as próprias marcas precisaram se adaptar a este cenário e rever suas estratégias para não ficarem para trás.

Em um estudo realizado pela Intelligence em março, constatou-se que 49% dos consumidores planejam reavaliar seus gastos. Além disso, 71% afirmaram que pretendiam compras mais pela internet – o que foi confirmado por um levantamento realizado em setembro apontando que as vendas online dispararam em 2020.

Por isso a iniciativa da NZN de desenvolver um hub de dados. Dessa forma, a empresa consegue acompanhar as mudanças de consumo e auxiliar as marcas e anunciantes a se adequarem a estas transformações.

Como funciona

O hub de dados da empresa é dividido em 11 indústrias, e inclui a participação de mais de 10 mil usuários. Para o levantamento, foram estudados os seguintes setores:

  • Alimentação e bebidas;
  • Automóveis;
  • Bens de consumo;
  • Educação;
  • Entretenimento;
  • Financeiro;
  • Games;
  • Moda;
  • Saúde;
  • Telecom;
  • Turismo.

Para a Diretora de Marketing e Vendas da empresa, a opinião dos consumidores tem mudado com bastante frequência. Dessa forma, a iniciativa surgiu de uma necessidade identificada pelas próprias marcas de receber dados exclusivos sobre o comportamento dos seus públicos.

Segundo Tayara, o fato da NZN contar com uma base que reúne dados e insumos de mais de 23 milhões de usuários mostra o compromisso da rede em apresentar essas tendências tanto para seus próprios clientes, quanto para o mercado de modo geral.

Felipe Matozo
Estudante de Jornalismo no Centro Universitário Internacional Uninter e ator profissional licenciado pelo SATED/PR. Ligado em questões políticas e sociais, busca na arte e na comunicação maneiras de lidar com o incômodo mundo fora da caverna.

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